Internacionalização
Colaborações que tiram as tecnologias do Hub do contexto subtropical e as submetem a outras realidades produtivas — onde metodologias se refinam e resultados ganham validade global.
O NUPEEC Hub mantém colaboração internacional com a Texas A&M University, instituição localizada em College Station, no estado do Texas, Estados Unidos. Fundada em 1876, é uma das maiores universidades públicas americanas e abriga um dos programas de Ciência Animal mais reconhecidos do mundo, com infraestrutura de referência em pesquisa com ruminantes.


Pesquisa conjunta em campo
A colaboração conecta a expertise do Hub em nutrição e metabolismo de ruminantes à estrutura de pesquisa americana, unindo equipes que falam a mesma língua científica — mas que operam em realidades produtivas distintas. Ensaios conduzidos em conjunto permitem validar formulações e protocolos em contextos diferentes, ampliando o alcance e a robustez dos resultados.
O intercâmbio de pesquisadores entre Pelotas e College Station aproxima metodologias, fortalece a formação dos integrantes do Hub e abre caminho para publicações e produtos com vocação global.
Do laboratório ao manejo
As atividades da parceria atravessam toda a cadeia da pesquisa: da preparação e manuseio das formulações em laboratório à administração e ao monitoramento dos animais em ensaios controlados. O mesmo rigor que organiza as bancadas de Pelotas orienta os protocolos executados em College Station.


Dietas experimentais individualizadas
Cada animal do ensaio recebe sua dieta em balde identificado e lacrado, com a dose exata do suplemento pesada em sachê individual. É o mesmo padrão de precisão do Hub: rastreabilidade de cada balde, dose garantida por animal e condições experimentais sob controle — do prep à coleta dos dados.
Ciência sem fronteiras
Da pecuária subtropical do Sul do Brasil às planícies do Texas, a parceria prova que as melhores respostas nascem quando o conhecimento cruza hemisférios.
A colaboração com a Texas A&M University integra o esforço do NUPEEC Hub de manter sua pesquisa em diálogo permanente com os centros de excelência internacionais — validando tecnologias em múltiplas realidades e elevando o padrão científico de tudo o que produz.
Mais do que um convênio, é uma ponte: pesquisadores que circulam, protocolos que se refinam e soluções que ganham validade em qualquer latitude.